Não é o que minhas mãos tem feito que pode salvar minha alma culpada; Não é o que minha carne labutante tem suportado que pode encher meu espírito; Não é o que eu sinto ou faço que pode me dar paz com Deus; Nem todas as minhas orações, suspiros e lágrimas podem suportar minha terrível carga; Tua graça apenas, ó Deus, pode pronunciar perdão a mim. Teu poder somente, ó Filho de Deus, pode quebrar esse penoso cativeiro; Nenhuma obra senão a tua; Nenhum outro sangue o fará; Nenhuma força senão aquela que é divina pode me sustentar seguramente.
Horácio Bonar
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