quinta-feira, 8 de dezembro de 2011




O que eu mais gosto em São Paulo, é que nada
aqui é óbvio.
O cara de terno é surfista profissional, o mendigo é Phd, o taxista é poeta, o feirante é tenor e o vizinho maluco é gente boa.
Se bem que aqui as coisas parecem sem ordem justamente porque a cidade está
toda misturada, mexida, reinventada o tempo todo, quase não tem espaço.
 Mas a gente sempre encontra um jeitinho para amar e pra ser feliz.



Esse texto foi retirado do seriado Aline, e transmite o que realmente me encanta nesse lugar onde nasci. 
Porque apesar de ser uma das maiores cidades do mundo, São Paulo é acolhedora de todas as tribos e de todas as gentes. 
Na cidade você encontra templos de todas as religiões, restaurantes de todos os sabores, músicas para todos os gostos, atrações para todas as idades e lazer para todos os bolsos. 
Lugares como o bairro da Liberdade que nos traz outra cultura pra perto.
Sem falar no Mercado Municipal e na Galeria do Rock que reunem todo o tipo de gosto culinário e musical, sem brigas nem preconceito.
As bibliotecas onde tem saraus, debates, exposições, palestras e livros e livros.
A avenida Paulista que faz aniversário hoje e é passarela da mistura paulistana, que desfila por ela todos os dias.

Os parques que reúnem muita gente ávida por esportes e por arte também, porque essa cidade respira arte, nos seus parques, praças, ruas, escolas.
Sempre tem algo acontecendo e te surpreendendo.
Claro que há coisas boas e ruins. Mas hoje eu quero ficar com as boas.
Porque independetemente do que há de ruim:


A gente sempre encontra um jeitinho para amar e ser feliz.

G.



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